QUEM ESTÁ LIDERANDO A IA NA AMÉRICA LATINA?
- 3 de mar.
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A resposta não está em quem fala mais sobre IA, está em quem está construindo condições reais para aplicá-la.
O Índice Latino-Americano de Inteligência Artificial (ILIA), avaliou os países da região em dois eixos: governança (regras e políticas públicas para IA) e índice de pesquisa, desenvolvimento e adoção.

Chile e Brasil lideram, mas por razões distintas. O Chile tem o maior índice de adoção da região, próximo de 68, combinado com governança sólida. O Brasil se destaca pela escala do mercado e governança institucional alta, com adoção em torno de 60.
Um segundo grupo, Colômbia, Uruguai, Costa Rica, Peru, Argentina e República Dominicana, apresenta avanços reais, mas com limitações de escala ou coordenação. O México é o caso mais intrigante: segunda maior economia da região, mas com governança abaixo de 30, uma das mais baixas entre os países intermediários.
Na outra ponta, Bolívia, Venezuela, Honduras, Paraguai, Guatemala e El Salvador combinam baixa governança e baixa adoção. A distância em relação aos líderes é grande e não se resolve sem mudanças estruturais.
Essas diferenças determinam, onde empresas operam, onde hospedam dados críticos e quais aplicações de IA são economicamente viáveis. IA deixou de ser só um tema de tecnologia, é um fator que vai definir competitividade e posição econômica dos países nas próximas décadas.
Por DealMaker Insights | DealMaker



