M&A NAS AMÉRICAS
- 2 de jun.
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US$821 bilhões em M&A nas Américas no Q1 2026. O maior primeiro trimestre já registrado.
Em 2025, destacamos aqui que o mercado de M&A nas Américas estava se tornando mais seletivo e concentrado, com valor subindo 50% e volume caindo 2%. O Q1 2026 confirma e aprofunda essa leitura.
Valor total subiu 35,6%. Volume caiu 3,6%, para 3.782 transações. Menos deals, cheques muito maiores. Só que agora o motor ficou mais nítido: inteligência artificial.

Segundo o Mergermakers a IA está reorganizando o fluxo de capital, TMT liderou com US$301,8 bilhões em valor (+52,3%), puxado por mega-rodadas como a da OpenAI (US$122 bilhões) e da Anthropic (US$30 bilhões). Energia acompanhou: o consórcio BlackRock/EQT levou a AES por US$38,4 bilhões para escalar data centers com energia limpa. Quando compute e energia convergem, o capital segue junto.
Além disso o PrivateEquity está concentrado no topo. O valor de buyouts quase dobrou (+92,2%, para US$345,5 bilhões), mas o volume recuou 7,8%. A KKR fechou o maior veículo de buyout global com US$23 bilhões. Fundos de mid-market e first-time managers enfrentam um ambiente de captação cada vez mais difícil.
Os Estados Unidos dominam o ranking S$643,7 bilhões em valor, mas o Brasil aparece como 3º em volume nas Américas, com 106 transações, à frente de Reino Unido (91) e França (42). A presença brasileira no ranking, mesmo em um trimestre desafiador, é um dado que merece atenção.
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Por DealMaker Insights | DealMaker


